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Este blog pretende ser um espaço de apontamentos,(trabalhos dos alunos, algumas indicações que fomentem a sua formação) de opiniões, de desabafos, de reflexões...

Há exatos quarenta anos, não mais do que vinte pessoas reuniram-se em um laboratório de Kleinrock, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a fim de assistir dois computadores passando dados volumosos por meio de um cabo cinzento de cinco metros. Para muitos, era o nascimento da internet: um teste da uma rede militar Arpanet, motivado pela Guerra Fria.
A consolidação de uma rede de computadores ocorreu poucas semanas depois, em 29 de outubro, quando pesquisadores fizeram o servidor da universidade transmitir dados para outro servidor localizado 630 quilômetros ao norte, no Instituto de Pesquisa de Stanford.
As múltiplas redes só começaram a surgir anos adiante, na década de 1970, com a chegada dos protocolos TCP/IP. Os e-mails vieram logo em seguida, antes da virada para 1980. Na década seguinte, apesar de já existirem os sufixos padronizados “.com” e “.org”, quase ninguém usava a ferramenta de comunicação e poucos sabiam o significado da palavra “internet”.
O cenário só começou a mudar em 1989, com a chegada do WWW (World Wide Web), uma plataforma interativa criada por Tim Berners-Lee a partir da junção do hipertexto com a prática dos protocolos TCP e DNS. Dali em diante, a internet tornou -se algo popular, sendo, enfim, chamada pelo próprio nome.
O Google festeja assim o aniversário de Astérix e Obélix.Para comemorar o meio século de Astérix, uma série de eventos foi programado: a começar com o lançamento do 34º álbum da saga Anniversaire d'Astérix et Obélix: le Livre d'Or (O Aniversário de Asterix e Obelix - O Livro de Ouro e pela exposição no Museu de Cluny, em Paris, de trinta ilustrações não coloridas de Albert Uderzo mais alguns textos dactilografados por René Goscinny quando ele ainda pensava nas primeiras concepções de personagem. Pode ler-se nesta edição comemorativa:
Mafalda, a personagem de banda desenhada que o argentino Quino idealizou, transformou-se numa das mais divertidas comentadoras políticas da actualidade mundial nos anos 1960/70. Celebra hoje 45 anos.


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, "um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa
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O professor segundo Jô Soares
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia”.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um “Adesivo”.
Precisa faltar, é um “turista”.
Conversa com os outros professores, está “malhando” nos alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não se sabe impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as hipóteses do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala correctamente, ninguém entende.
Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é retido, é perseguição.
O aluno é aprovado, deitou “água-benta”.
É! O professor está sempre errado, mas,
se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele.
Ernest Miller Hemingway nasceu em 1899, em Oak Park, Illinois (EUA). Filho de um médico da zona rural, cresceu em contacto com um ambiente pobre e rude, que conheceu ao acompanhar o trabalho do pai na região. Esse ambiente foi descrito em seu livro de contos In Our Time (1925).Tradução:
"Nenhum homem é uma ilha, isolado em si mesmo; todo homem é um pedaço do continente, uma parte da terra firme. Se um torrão de terra for levado pelo mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse o solar dos teus amigos ou o teu próprio; a morte de qualquer homem me diminui, porque sou parte do gênero humano, e por isso não me perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti."
John Donne.