quinta-feira, 29 de outubro de 2009

World Wide Web-WWW-40 anos

Há exatos quarenta anos, não mais do que vinte pessoas reuniram-se em um laboratório de Kleinrock, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a fim de assistir dois computadores passando dados volumosos por meio de um cabo cinzento de cinco metros. Para muitos, era o nascimento da internet: um teste da uma rede militar Arpanet, motivado pela Guerra Fria.

A consolidação de uma rede de computadores ocorreu poucas semanas depois, em 29 de outubro, quando pesquisadores fizeram o servidor da universidade transmitir dados para outro servidor localizado 630 quilômetros ao norte, no Instituto de Pesquisa de Stanford.

As múltiplas redes só começaram a surgir anos adiante, na década de 1970, com a chegada dos protocolos TCP/IP. Os e-mails vieram logo em seguida, antes da virada para 1980. Na década seguinte, apesar de já existirem os sufixos padronizados “.com” e “.org”, quase ninguém usava a ferramenta de comunicação e poucos sabiam o significado da palavra “internet”.

O cenário só começou a mudar em 1989, com a chegada do WWW (World Wide Web), uma plataforma interativa criada por Tim Berners-Lee a partir da junção do hipertexto com a prática dos protocolos TCP e DNS. Dali em diante, a internet tornou -se algo popular, sendo, enfim, chamada pelo próprio nome.

Banda Desenhada Astérix: mais 50 anos a bater nos romanos

O Google festeja assim o aniversário de Astérix e Obélix.Para comemorar o meio século de Astérix, uma série de eventos foi programado: a começar com o lançamento do 34º álbum da saga Anniversaire d'Astérix et Obélix: le Livre d'Or (O Aniversário de Asterix e Obelix - O Livro de Ouro e pela exposição no Museu de Cluny, em Paris, de trinta ilustrações não coloridas de Albert Uderzo mais alguns textos dactilografados por René Goscinny quando ele ainda pensava nas primeiras concepções de personagem. Pode ler-se nesta edição comemorativa:
À hora anunciada, Albert Uderzo chega com a mulher. No pátio interior do Museu de Cluny, a um passo da Sorbonne e a dois da Catedral de Notre-Dame de Paris, uma pequena horda de jornalistas e operadores de câmara aguarda o criador e desenhador de Astérix.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Mafalda, a contestatária, faz hoje 45 anos. Parabéns!

Mafalda, a personagem de banda desenhada que o argentino Quino idealizou, transformou-se numa das mais divertidas comentadoras políticas da actualidade mundial nos anos 1960/70. Celebra hoje 45 anos.
De traços simples, cabelo negro farto e muito opinativa, Mafalda surgiu pela primeira vez a 29 de Setembro de 1964 nas páginas do semanário argentino "Primera Plana". Quino, então com 32 anos, nunca adivinharia o sucesso daquelas tiras humorísticas.
Joaquin Lavado (Quino) imaginou Mafalda para um anúncio publicitário a uma marca de electrodomésticos, no qual lhe pediram que desenhasse a história de uma família típica da classe média.
A banda desenhada não chegou a ser publicada, mas Quino recuperou a personagem Mafalda quando o convidaram para publicar no "Primera Plana", na altura um jornal que procurava fazer uma reflexão crítica da actualidade argentina e internacional. À primeira vista, Mafalda podia ser uma menina de seis anos, reguila, desafiadora e descarada, mas depressa se percebeu que da sua boca, dos balões que Quino preenchia, saíam comentários mordazes e pertinentes sobre a ordem do mundo, a luta de classes, o capitalismo e o comunismo, mas também, de forma mais subtil, sobre a situação política e social argentina.
Era a Mafalda, a contestatária e insatisfeita, "uma heroína zangada que recusa o mundo tal como ele é", descreveu Umberto Eco em 1969, num prefácio a um dos álbuns que Quino dedicou à personagem.
A par da atitude de adulto mas com o desarmante discurso de uma criança, Mafalda tinha essa mesma condição de menina, que detestava sopa, adorava os Beatles, não compreendia a guerra no Vietname e tinha monólogos preocupados em frente a um globo terrestre.
in jornal de notícias
Se quiseres saber mais cilca na imagem ao lado Clube da Mafalda